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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS & GESTÃO CORPORATIVA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO UMA QUESTÃO DE PLANEJAMENTO Rio de Janeiro 2003

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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS

PROJETO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS & GESTÃO CORPORATIVA

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO UMA QUESTÃO DE PLANEJAMENTO

Rio de Janeiro 2003

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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS

PROJETO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS & GESTÃO CORPORATIVA

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO UMA QUESTÃO DE PLANEJAMENTO

Ana Cristina Trindade Lima

Orientador Celso Sanchez

MONOGRAFIA APRESENTADA COMO REQUISITO PARCIAL PARA

OBTENÇÃO DO GRAU DE ESPECIALISTA EM FINANÇAS & GESTÃO CORPORATIVA

Rio de Janeiro 2003

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Agradeço a minha família pelo tempo em que estive

ausente em especial ao meu filho Lucas.

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Dedico a você S.Cortines que mesmo nas horas difíceis, você sempre me fez acreditar

e que tudo na vida nada melhor do que o tempo para as

nossas perguntas.

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.............................................................................................7 CAPÍTULO I - O HOMEM NO TEMPO - RESUMO HISTÓRICO................8 1.1 - SURGIMENTO DA REMUNERAÇÃO 1.2 - GRANDES MUDANÇAS 1.3 - NOS TEMPOS ATUAIS CAPÍTULO II - O AMBIENTE COMPETITIVO .........................................12 2.1 - TEMPO E NEGÓCIOS 2.2 - INOVANDO A CADA TEMPO 2.3 - OS CLIENTES EM RELAÇÃO AO TEMPO 2.4 - REPROJETANDO A EMPRESA PARA GANHAR TEMPO CAPÍTULO III - SABER ADMINISTRAR VAI ALÉM DO RELÓGIO .......22 3.1 - PROGRAME-SE SEM PRESSA 3.2 - EVITE O DESPERDÍCIO 3.3 - UMA MELHOR QUALIDADE DE VIDA CONCLUSÃO ..........................................................................................29

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ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO O estudo do tempo está sendo de tanta evidências nos últimos tempos e por grandes grupos de estudos que antes ao menos prestavam atenção ao que ele é realmente significava e este passou a ser o objetivo de meu tema. Administrar o tempo passou a ser de extrema necessidade para o perfeito andamento de qualquer coisa na vida do ser humano, como uma engrenagem que faltava para o perfeito andamento comparado com o descobrimento da roda . Saber administrar bem é primordial para o planejamento, o desenvolvimento, a produtividade , progresso definido para o andamento de uma empresa. Progresso esse que necessita ser estudado com muita atenção na competitividade do mundo globalizado. A partir deste século empresas estão no mundo onde as informações chegam em milésimos de segundo, onde estar atento e antenado é primordial e de necessidade imediata. No mundo tudo e todos estão ligados através de informações, trocas de conhecimentos e decisões são definidas precisamente. Saber estabelecer rotinas juntamente com a adequação eficaz do tempo é fundamental para aquele que quer se manter no mercado. Para aquele ser humano que antes esperavam vir informação dos rádios, jornais, televisão. A internet surgiu e foi uma total transformação no século. A rapidez da informação fez com que de imediato possa saber o que ocorre do outro lado do mundo em tempo real, esta descoberta computadorizada fez uma total transformação no século XX. Atualmente com o avanço tecnológico o tempo real faz com que o mundo se integre de forma dinâmica, competitiva. As informações são transmitidas via satélite e quem não estiver ligados as grandes redes de comunicação não progride, na verdade ficam estacionados no tempo. O mundo sofre transformações muito rápidas e consequentemente sentem essas mudanças em todos os setores da vida. Tanto o trabalho quanto a vida quotidiana estão sendo profundamente alterados. O objetivo principal deste trabalho é tentar distinguir a razão básica para que essas transformações estejam se dando em um ritmo tão excessivamente acelerado. A primeira conclusão identificada é que o homem a cada dia necessita de algo a mais, este algo a mais poderá ser definido através de informações, que o mantenha ligado em tempo real e que principalmente supra a necessidade de vida como ser humano. Ter o poder do conhecimento foi e sempre será o objetivo do homem e essa capacidade de a cada dia se aprofundar no que acontece ao seu redor é fundamental e necessária e acima de tudo ele utilize esse dom e que desenvolva sempre novas tecnologias para o bem da humanidade através dos tempos.

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INTRODUÇÃO

Administrar o tempo nas últimas décadas passou a ser uma necessidade do homem. O homem atualmente está bombardeado com milhões de informações e decisões que dele deverão ser tomadas em milésimos de segundos. Na era da informação, o fluxo de comunicação e informação é tão intenso que muitos acabam sem saber como se organizar. Saber não somente as informações relevantes mas saber diferenciar o que poderá ser descartado é umas das opções do homem moderno. Com o advento da Internet o processo de informações fez com que ,o homem se conectasse a milhares de distância e através da globalização fez com que as relações interpessoais se tornassem infinitamente pequenas. No mundo de hoje é essencial saber utilizar as novas ferramentas tecnológica para a otimização do tempo. Mas saber administrar o tempo não é apenas fazer as coisas de forma mais rápida, e sim simplificar seus processos, reduzindo o número de opções disponíveis. Para muitos a pressa em que o tempo nos impôs nos torna seu escravo e muitos o consideram como uma doença do século. A síndrome da pressa atinge milhões de pessoas na faixa dos 25 aos 55 anos, anos de total atividade e produtividade do ser humano. Saber administrar o tempo passou a ser a necessidade para sobrevivência do próprio homem e de empresa que tentam se manter no mercado. Saber conjugar o tempo com as reais necessidade do mundo se tornou um prático em termos de simplificação, mas uma complexidade infinita. Tentar definir o tempo é complexo demais e muito perturbador. Gerir com eficiência o tempo e tentar adaptá-lo na realidade dos nossos tempos atuais está sendo desencadeador de grandes doenças relacionadas ao trabalho e onde as exigências são cada vez maiores. O objetivo principal do trabalho seria fazer um levantamento da real necessidade da sobrecarga no horário de trabalho mostrando não apenas o custo e benefício empresarial ou do empregado mas consolidando uma ambiente harmônico e produtivo para ambos os lados. Tentar mostrar de forma simplificada que administrar o tempo é uma questão de planejamento.

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CAPÍTULO I - O HOMEM NO TEMPO - RESUMO HISTÓRICO 1.1 O SURGIMENTO DA REMUNERAÇÃO

A divisão do trabalho ocorria onde o homem saía para a caça e a mulher com a finalidade de criar a sua prole, em busca de alimento no campo. No campo foi descoberto uma enorme variedade de insumos e para o campo o homem se voltou e descobriu que através da observação da semente, das chuvas e da colheita eles sempre teriam o seus alimento, passando assim cultivá-las. O homem aprendeu a entender o tempo e saber a dominá-lo plantando e colhendo em seu momento. Aprendeu a domesticar os animais, onde eles não somente lhe serveriam em matar a sua fome e de sua família mas também a auxiliá-lo na terra. O homem passou a pastorear o gado. Com a invenção da roda o homem acoplou esta ao animal , assim o ajudaria na tração em semear a terra e consequentemente, aumentando em quantidades maiores a sua produtividade.

A domesticalização dos animais facilitou e prendeu o homem à terra, produzindo quantidades e variedades a casa dia maiores. A partir destas produções excedentes o homem passou a fazer as trocas (escambos), as negociações fluiram logo o dinheiro surgiu entre os povos.

Nos finais do século XVII caracteriza-se pela produção e criações artesanais(nas

próprias casas), o trabalho agrícola e do pastoreio voltaram para cidades e o trabalho artesanal passou a existir mais intensamente formando-se o início das pequenas indústrias domésticas, da burguesia.

A Revolução burguesa fez com que uma mudança profunda na estrutura social, de forma que essa transformação atingisse todos os níveis da hierarquia social. Mudança em que colocasse numa posição compatível com a força econômica-social e não mais apenas entre o rei, o clero e a nobreza. Com medo de uma revolução social a burguesia admitiu que reformas deveriam ser feitas para que amenizassem as grandes desigualdades entre o povo. A burguesia era dona do capital e é através dele, dos meios de produção, surgiu a sua superioridade. Pagando salários aos operários onde ela compra a força de trabalho, matéria-prima para a sua produção, logo o operário não é dono daquilo produzido e sim o capitalista, o dono dos meios de produção surgindo assim o proletariado urbano. A burguesia derrubou o antigo regime através as revoluções liberais e concretizou o modo de produção capitalista através da Revolução Industrial. Esta trouxe a mudança quando criou a chamada Questão Social: as condições subumanas do proletariado, cujas jornadas de trabalho em geral eram de 16 a 18 horas, recebiam baixos salários, não possuíam direito as férias ou qualquer garantia para a velhice, doença ou invalidez. O desemprego e a miséria constituíam aspectos da sociedade capitalista em sua expansão. As péssimas condições do proletariado acentuaram a oposição: Capital X Trabalho.

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No início do século XVIII surge a Revolução Industrial promovida pela burguesia,

triunfa um momento decisivo de vitória do capitalismo como forma de produção econômica. A Revolução fez que a forma de pensamento que ignorava totalmente o ser humano e máquinas valorizadas, passaram a ser imprescindíveis na produção às vezes até mais importantes que os próprios homens.

A partir deste momento a sobrevivência da maioria seria através do salário,

surgindo o trabalhador assalariado. Foi criada a Legislação social para solucionar ou amenizar os problemas do proletariado e com o intuito de torna a sociedade mais justa e equilibrada. O trabalhador é remunerado conforme a sua produtividade na proporção de sua carga horária e quantidades produzidas.

No filme Tempos Modernos de Chaplin mostra a real situação do operário. O

homem não é nada apenas faz parte do processo de produção comparado á uma máquina, sem direito a absolutamente nada, apenas produzir o que lhe impunham.

"Nós é que somos chamados a canalha. Estamos fartos, estamos fatigados, morremos de fome, não agüentamos mais, é melhor que desapareça nossa carcaça; juntos com

nossos filhos e filhas ,é nossa mortalha que nós tecemos"

(Citada por Schnerb,R; op. Cit pág. 236)

Em 1848 Karl Marx estudou as instituições econômicas capitalistas e

compreendeu que o capitalismo se baseia na exploração do trabalho pelos donos dos meios de produção.

Após este choque entre a burguesia versus operários surge a organização da

sociedade, o Socialismo. O Socialismo veio a defender os direitos dos trabalhadores, do proletariado. Com medo de uma revolução comunista a burguesia admitiu que reformas deveriam ser feitas de formas que amenizassem o arrocho aos trabalhadores.

"Trabalhadores de todos os países, uni-vos"

(Manifesto comunista, Mark e Engel, op. Cit. 1848)

Marx e Engels davam grande importância aos sindicatos, pois neles eram a única forma em que trabalhadores poderiam estabelecer sua luta diária por salários mais altos, menores jornada de trabalho, melhores condições e o mais importante a completa emancipação da classe trabalhadora. Eles foram grandes defensores da classe operária, e puderam observar e constatar que a cada dia de trabalho os donos dos meios de

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produção ficavam mais enriquecidos e a classe trabalhadora a cada dia mais esmagada. A produtividade não podia diminuir e para aumentar seus lucros os donos do capital estudavam uma divisão do trabalho.

O primeiro método de organização científica do trabalho é estabelecida por Taylor

onde ele sugere que deveria existir uma média de tempo para cada movimento executado pelo operário. Segundo Schnerb:

" O Taylorismo não têm por objetivo principal a melhoria da condição operária e sim a realização do rendimento máximo mediante a uma autoritarismo rigoroso que assimila o

Homem a um elemento da máquina." Apesar de vários estudos e práticas adotadas, o ser humano continuava massacrado. Seus direitos existiam, mas poucos realmente possuiam, apenas uma pequena maioria centralizava este poder e mudanças eram necessárias. 1.2 GRANDES MUDANÇAS

Após diversas revoluções, guerras, greves, muitas contestações o homem estava disposto e com a consciência de que mudanças contra as desigualdades deveria acontecer. O proletariado uniu-se em sindicatos e a cada dia ficavam mais fortes e a insatisfação eram uma constantes. O inconformismo era generalizados e as crises sociais aumentavam a cada dia. "É uma verdade eterna: qualquer pessoa que tenha o poder, tende a abusar dele. Para que não haja abuso, é preciso organizar as coisas de maneira que o poder seja contido

pelo poder."

(MONTESQUIEU, O Espírito das Leis)

A sindicalização surgiu principalmente para defesa do trabalhador tendo em vista o grande enriquecimento de uma minoria da classe alta ( a burguesia). A cada dia o trabalhador era mais explorado e não existia uma lei em que pudesse defende-lo das grandes desigualdades sociais que era notória, e o povo sem a menor qualidade de vida e vivendo de forma subumana não poderia ser mais admissível naquela ocasião.

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" (...) é preciso (...) encontrar uma forma de associação que defenda e proteja a pessoa e os bens de cada associação, de qualquer força comum ,e pela qual, cada um, unindo-se a todos, não obedeça senão a si mesmo, ficando assim tão livre como dantes. Tal é o

problema fundamental que o Contrato Social soluciona."

(ROUSSEAU J.J., O Contrato Social, Editora Tecnoprint, pág. 30)

Nesta época ficou nítido em que mudanças entre o homem e a forma de trabalho deveriam ser revistas. Revistas e principalmente legalizadas de forma que o trabalhador não fosse tão exposto como uma máquina e sim uma pessoa que possue a sua dominação e através dela seu produto final. Logo conquistando o seu lucro produzido com o seu trabalho, e uma série de etapas que deveriam ser conquistadas o homem inicia e finaliza fazendo parte de todo um contexto único.

Através de Marx foi criado a Associação Internacional dos Trabalhadores em

1864, nesta associação participavam trabalhadores de países europeus que unificaram os seus pensamento e fortificaram a união dos trabalhadores. Apesar desta associação não ter conseguido se sustentar por muito tempo devido as repressões sofridas, fez com que as suas idéias permanecessem existentes, surgindo o primeiro Estado Socialista na Rússia.

No final do século XIX e início do século XX os movimentos de fortalecimento dos

sindicatos tornaram-se muito mais fortes, a realização de greves e atividade para enfraquecer o Capitalismo foram impulsionados pelo Socialismo. Os sindicatos conseguiram a promulgação de diversas leis entre elas: a legalização das associações operárias; o reconhecimento do direito de greve; a redução das jornadas de trabalho; a regulamentação do trabalho de mulheres e crianças; o descanso dominical; a criação de instituições de beneficência, entre outras conquistas para o trabalhador.

Com o tempo todo essa conscientização foi tornado força e as mudanças que

chegaram até o momento moderno foi muito sacrificante e continua em eterna mudança, modificações em que valorize o ser humano. 1.3 NOS TEMPOS ATUAIS

O desenvolvimento do capitalismo possibilitou o aprimoramento cada vez maior da técnicas de produção, acarretou modificações na vida humana: a máquina substituiu a força muscular, propiciando o aumento da produtividade e a rapidez dos meios de comunicação e de transporte, mas por outro lado trouxe problemas sérios. A máquina tornou possível a redução de números de trabalhadores e da jornada de trabalho, consequentemente trouxe o desemprego, baixo salários, diminuição do poder aquisitivo dos trabalhadores. Logo, tal contradição deveria ser resolvida, a máquina possibilita a produção de uma infinidade de mercadoria em pouquíssimo tempo ,mas o homem se

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deparou com a produção em alta escala, quem deveria consumí-las e pagá- las por completo? O próprio trabalhador já tão massacrado.

Os sindicatos dos operários empenharam-se em obter a redução do dia de

trabalho para evitar o desemprego, o trabalha seria realizado por mais pessoas, que trabalhariam menos tempo, conforme os dados abaixo:

ANOS HORAS SEMANAIS

1 1900 60 horas 1 1921 48 horas 1 1937 40 horas

2003 (algumas categorias). Atualmente bancários, telemarketing)

30 horas

Essa redução em parte beneficiou o trabalhador, mas surgiu maior competitividade e o desemprego deslanchou, juntamente com o progresso tecnológico.

Atualmente o ritmo de trabalho é muito mais amplo, não mais depende do

trabalhador, mas sim da máquina. Ocorreu uma degradação profissional onde os trabalhadores deverão estar em constantes aprimoramento, senão será substituído em pouquíssimo tempo. E a cada dia entram mais profissionais no mercado de trabalho em que faz com que o profissional esteja sempre em atualização. CAPÍTULO II - O AMBIENTE COMPETITIVO 2.1 TEMPO E NEGÓCIOS

No final do século XX as empresas tiveram a percepção que inovar deveria ser algo adotado como prioridade para ela se manter no mercado. Diversas modificações foram propostas, do simples corte de custo como a transformação tecnológica para qualificar seus produtos junto ao mercado e torna a empresa com a competitividade necessária.

Em um ambiente competitivo o executivo passou a adotar a responsividade que seria algo muito além de responsabilidade conjugado com a administração do tempo.

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Inovar competitivamente está diretamente ligada ao tempo. Oferecer maior variedade à custos mais baixos em menos tempo de suas competidoras, faz com que você abocanhe aquele seu concorrente.

Em geral companhias investem em estratégias e explorando de imediato o consumidor, crescem mais rapidamente e reagem de imediato junto ao mercado. Saber reconhecer e agir de acordo com estas fontes de vantagens e estar disposto em novas adaptações é a regra do mercado atualmente.

Durante a 2ª Guerra Mundial planejar estrategicamente a sua produção e saber colocá-la no mercado foi fundamental pelas companhias. Após focado isto, passaram a observar que quanto maior o volume de sua produção, o custo de fabricação passavam a ficar constantes e declinava gradativamente, com isto administradores passaram a realizar tarefa mais eficientes, melhorando seus métodos operacionais com cronogramas aperfeiçoados e organizando individualizações de tarefas nas indústrias. Produto foram redesenhados de forma a utilizar materiais menos dispendiosos e os processos tecnológicos mais acessíveis, consequentemente reduzindo custos. Segundo Bruce D. Henderson, analista de estratégia de negócios:

" Em larga escala nas companhias diversificadas e com multiprodutos, tornava-se

impraticável a administração central, familiarizar-se em profundidade com cada um dos negócios, com cada produto, com cada segmento competitivo, bem como a estratégia

que cada unidade implicava, isto levou a uma confiança crescente de subotimização de resultados a curto prazo."

No final da década de 60 e início de 1970 as empresas se expandiram a tal nível,

tornando-se auto sustentáveis e foram consideradas por centro de custo, onde individualizadas poderiam ser administradas como empresa independentes, mesmo possuindo um único dono. Esta interdependência de uma mesma empresa, mas com segmentos diferentes se auto auxiliavam perante as mudanças do mercado ou contra novos concorrente. Empresas se auto investiam de forma para não quebrarem e até mesma se sustentarem.

A utilização do caixa e de sua geração através da lucratividade das empresas e

distribuição à sua filiadas é considerado o fluxo de caixa. Para o administrador possuir uma visão de equilíbrio entre elas e distribuir a sua lucratividade consciente e reinvestindo com a sua velocidade de crescimentos é saber administrar estrategicamente. No início da década de 1980 empresas americanas e principalmente japonesas adotaram esta forma de administração, mais competitivamente e com custo mais baixos, com variedade na produção e a cada vez mais expandindo-se e em um curto tempo de fabricação aos centro consumidores, seria o objetivo principal. Nesta década passaram a ter consciência que o tempo deveria ser seu aliado.

O tempo é uma variável fundamental no desempenho dos negócios. Tempo de produção; tempo de colocação do produto no mercado; tempo de retorno do consumidor; tempo de retorno do investimento. O tempo torna-se um parâmetro de

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desempenho, às vezes, ou até mais importante que o dinheiro. O tempo equivale-se ao dinheiro produtivamente, qualidade e inovação nos grandes mercados.

As conseqüências imediatas após a 2ª Guerra Mundial foi a necessidade desse monitoramento. As empresa japonesas foram pioneiras em desempenho da produtividade aliada ao tempo, juntamente com o baixo custo de mão-de-obra pós guerra.

Os japoneses possuíram em primeiro lugar no mundo uma visão de crescimento

estratégico, sabendo conjugar tecnologia em processos, baixos custos e com produção em larga escala. Era óbvio que eles não possuiam um mercado que captassem tudo aquilo produzido, logo eles tornaram-se empresas líderes em exportação, atingindo mercados carentes e com produtos de qualidade. Hoje a margem da superioridade de empresas japonesas é capitalizar o tempo como fonte crucial da vantagem competitiva e sofisticação tecnológica de seus produtos.

SÃO FATORES ADOTADOS PELOS JAPONESES QUE MINARAM COM OS SEUS CONCORRENTES: Ü Produção em alta escala à baixo custos; Ü Fabricação exclusiva, enfocada em um determinado produto; Ü Segmentos voltados para onde o volume da demanda era maior; Ü Saber não negligenciar em seus produtos acabados; Ü Previsão cronometrada de cada etapa do processo; Ü Diminuir a margem de lucro do produto e produzi-lo com em maior escala; Ü Substituição de matérias-primas e criação de materiais com a mesma qualidade; Ü Diminuir a complexidade de fabricação;* Ü Flexibilidade de produção com variedade de produtos; Ü Variedade de forma que atendam a demanda sem aumentar seu custo; Ü Em tempo de crise reduzir ao máximo a variedade de produtos (restringindo a sua linha de produção); Ü Diminuir etapas de produções muito longas entre transporte (funções meios) ou movimentação de estoques.

Exemplos de empresas japoneses que adotaram esta técnicas como padrão junto ao mercado internacional: - Toyota; Honda; Yamaha; Suzuki; Kawasaki; Sony; Sharp; Nec; Toshiba; Canon entre outras.

A vantagem competitiva baseada no tempo tenta promover mudanças estruturais nas operações de forma a torná-las mais flexível. A partir de 1970 onde o valor do bem seria conjugado ao menor custo e produzido ao menor tempo, operações flexíveis foram criadas de forma a reagir a necessidade dos clientes, ampliando a variedade e

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aumentando sempre o coeficiente de inovação. Consequentemente com o aumento do risco, estratégias de fabricação deverão ser precisas até a necessidade real de consumo do cliente.

Na década de 1980 os japoneses tinham totalmente readaptado os seus setores

industriais de forma que todas as etapas de fabricação se tornaram flexíveis, eficientes e com uma enorme variedade de produtos, mas atingindo aos mercados consumidores de forma vagarosa com relação ao processo industrial. Eles observaram que o produto acabado até chegar nas mãos dos consumidores levavam um tempo enorme e incoerente com a sua fabricação. O fluxo de informação, venda e distribuição era lento, o retorno das informações do mercado consumidor era burocrático e distanciavam a fábrica do consumidor.

Com este distanciamento eles criaram um sistema de rede de computadores onde

interligavam vendas direto a programação da fábrica. Com isto eles lucraram duplamente pois a fabricação em série foram segmentadas conforme o consumo e o lucro com as vendas preferenciais "especiais" eram maiores, mas uma vez eles conjugaram lucro com satisfação do cliente.

2.2 INOVANDO A CADA TEMPO A inovação é a chave para uma vitalidade a longo prazo. Inovação significa mais que produtos novos ou novas fórmulas a fazer negócios. A inovações podem virar de cabeça para baixo o equilíbrio competitivo, por incitar clientes à mudança e por colocar em defensiva os concorrentes. Entre o desafio da inovação esteja em criar idéias, o tempo é o cerne do sucesso de uma inovação. Inovação significa mudança e mudança é mensurada em termos de tempo. O prazo de execução é crucial para o sucesso da inovação, as empresas que deixam seu ritmo de inovação, ficam ultrapassadas pelos concorrentes e certamente ficarão para trás. O desafio de uma execução eficiente de inovação aumentam a disciplina imposta pelo "mundo exterior" . O ritmo de levar inovações ao mercado é determinado para fora e este ritmo deve ser sempre constante e de imediato para que o mercado mantenha-se sempre competitivo. Existem alguns setores em que o ritmo de desenvolvimento levam de 8 à 10 anos para os produtos chegarem ao mercado consumidor, em contrapartida, em outro extremo os noticiários de televisão, os ciclos de desenvolvimento do produto são

(* Custo da complexidade incluem programação das máquinas e das atividades, manuseio de materiais, administração de estoques)

mensurados em horas e gerados pelos desejos dos consumidores que querem saber das novidades tão logo surjam. O planejamento de uma inovação deverá ser bem direcionado, isto é, com início, meio e fim de forma a atender o seu público e surpreenda o mercado em geral. Administrar os processos em cada o seu tempo tornará todo o serviço e produto eficaz.

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As companhias que reduziram significativamente seu tempo de inovação possuem padrões de inovação e de competição nitidamente diferentes das que não colocaram seu enfoque no tempo. Os inovadores rápidos podem realizar testes juntos aos clientes à medida que vão aperfeiçoando a inovação. Se constatarem que esta inovação não é segura poderão lançar uma versão que seja melhor a concepção naquele momento e rapidamente, ajustá-la para que reflita as reações dos consumidores. Os administradores mais vagarosos estão presos em armadilhas, as dos viciosos em longos prazos de desenvolvimento e lançamento de produtos, consequentemente ficam sempre na dependência em surgir uma brecha do mercado, logo, ser um inovador vagaroso é perda da posição competitiva para o inovador rápido. Em contrapartida inovações mal planejadas sem avaliação da melhor necessidade do produto a ser projetado junto ao mercado consumidor podem sofrer perdas desastrosas para empresa. Enfim, estar ligado ao mercado consumidor e o que ele necessita é algo essencial e fundamental no tempo e para sobrevivência da empresa. Saber arriscar no tempo deve ser planejado, mas que esse tempo seja nem tão curto e nem tão prolongado para que o sucesso se realize.

2.3 OS CLIENTES EM RELAÇÃO AO TEMPO "Os clientes podem ser um estorvo. Primeiro insistem no que querem. Depois querem-no

quando lhe convêm. Por fim, esperam que a qualidade das mercadorias ou serviços comprados sejam perfeitas."

(George Stalk Jr. E Thomas M. Hout, Competindo contra o tempo, pag. 89)

Criar produtos e serviços em que clientes sempre confiem e sempre com uma

inovação passou a ser crucial no mercado. Enfrentar o cliente, forçando-o a aceitar o novo produto o convencendo-o de seu desempenho foi um drástica e demorada mudança dos serviços e produto que eram padronizados há alguns anos atrás. As mudanças não eram aceitas tão de imediato como nos tempos atuais, pelo contrário a mudança sempre era vista com desconfiança e com pouca credibilidade. A Federal Express Corporation criou uma indústria ao explorar lucrativamente a elasticidade do tempo de preço. De início, prometia entregar um pacote ou uma carta por volta das 12:00 horas do dia seguinte à sua remessa; depois passou a oferecer a entrega às 10:30 da manhã do dia seguinte. Antes da FEDEX o usuário típico tinha que esperar pelo menos 2 dias ou mais pela consecução do serviço. Hoje os usuários dispõem de muitas opções para transmitir informação, e às vezes, se prontificam em pagar altos preços por uma entrega rápida.

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Existem duas formas de clientes, os clientes especiais baseados no tempo e clientes padronizados cuja a atração são fornecedores baseados no custo. Daí as elevadas taxas de crescimentos dos competidores baseados no tempo. A fronteira existia no passado porque os fatores econômicos que proporcionavam serviço rápido sempre eram mais onerosos dos que os padronizados conjugados com o tempo, clientes deixavam produtos e serviços especiais de lado. Logo, a concorrência observou que produtos especiais deveriam ser fabricados ao menor custos e que atendesse melhor e de imediato à clientela.

O propósito fundamental do concorrente baseado no tempo não é maximizar a velocidade e a variedade, mas fazer com que o cliente lhe pertença. A velocidade e a variedade são apenas ferramentas que permitem fazer mais pelo cliente, resolver seus problemas, reduzir seus custos, em suma ajudá-lo a competir e fazer dinheiro.

A maneira de garantir a posição de uma companhia em seu setor é encontrar os mais exigentes clientes, determinar suas necessidades e atendê-lo melhor do que fazem os concorrentes. As concepções baseadas no tempo levam a margem de superioridade, graças ao melhor serviço e o melhor serviço irá gerar um sistemática de economia de custo entre o fornecedor e o cliente.

Fornecedores e consumidores possuindo um canal estreito de trocas de informações poderão fazer negócios entre si. A economia de custo virá das mudanças no intercâmbio de informações, programações, fixação de preços, logística, etc.

O verdadeiro lucro potencial de ser um concorrente baseado no tempo pode ser

compreendido quanto a maior eficiência de custo e entrega imediata se encontram com a noção do cliente de melhor serviço ou produto e com a disposição em pagar ambas em um único conjunto.

A responsividade (responsabilidade ligada ao tempo) de uma companhia, às

necessidades do clientes influencia o preço que recebe pelas mercadorias e serviços, a lucratividade. Quanto mais rápido uma companhia pode responder consistentemente melhor os clientes em comparação dos concorrentes , tanto mais elevados serão seu crescimento, seus preços e sua lucratividade.

A disposição dos clientes de pagar preço mais elevados por resposta mais

rápida pode ser mensurada pela elasticidade do tempo. Entender a influência do tempo no negócio permite uma visão estratégica das necessidades dos clientes. Podendo também, revelar a vulnerabilidade dos concorrentes e criar oportunidades para superar substancialmente os rivais.

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A ESSÊNCIA DA ELASTICIDADE DO TEMPO DO PREÇO PODE SER VISTA ASSIM:

- Muitos clientes estão dispostos a pagar o top preço de varejo para obter o produto ou serviço que desejam o mais próximo possível da data em que se decidiram a fazer a compra, isto é, se um fornecedor pode entregar rapidamente o produto seus lucros poderão ser elevados.

- Quanto mais o cliente tiver de esperar para receber o desejado, tanto mais se pode esperar que seja a procura do lugar onde possa comprar pelo menor preço e tanto mais baixo será o lucro potencial do fornecedor.

O mundo está se movendo na direção do segmento único: os competidores que diferenciam com êxito produtos e serviços entregues a clientes individuais irão crescer e ser lucrativos. Atualmente os clientes estão sendo ouvidos, suas necessidades estão sendo adaptadas conforme os seus gostos, as burocracias empresariais estão sendo dissolvidas pela concorrência de companhias mais rápidas e mais enxutas. A comercialização nos tempos atuais vem sofrendo diversas mudanças onde se caracteriza o atendimento virtual. A compra não precisa se intermediada por uma loja e um atendente, basta um acesso e alguns cliques para o produto estar à disposição imediata e na residência do consumidor.

Devido estas grandes mudanças o tempo tornou-se aliado e vilão nas

transações comerciais. Facilitou demais o acesso do consumidor as inovações. " A entrega imediata ou seu dinheiro de volta" foi lema para grandes empresas em satisfazer o cliente em um curto período, mas com o advento da internet o público não precisa

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mais sair de casa para ter o produto desejado em suas mãos e com total garantia. O comércio sentiu a necessidade de a cada dia inovar criando as mais variadas promoções para reter o público consumidor.

2.4 TEMPO É DINHEIRO

A empresa deverá ser sempre vista como um negócio contínuo, seu valor e as decisões do administrador devem ser ambos estabelecidos à luz do futuro, bem como o presente. Levar em conta tal visão de longo prazo significa considerar o valor do dinheiro no tempo.

O valor futuro e o valor presente constituem conceitos básicos do valor do

dinheiro no tempo. Cálculos de valor futuro são necessários para avaliar montantes futuros oriundos do investimento corrente em meios que geram juros. O tempo é essencial na determinação de taxas de crescimento ou de juros do fluxo monetário. Cálculos de valor presente estão inversamente relacionados ao valor futuro. Estes cálculos são de extrema importância para estabelecer o valor da empresa, bem como os benefícios futuros esperados, resultantes de determinadas ações.

Valor futuro, valor presente são necessários para se calcular os pagamentos

requeridos para se acumular um montante futuro pré - determinado e para se amortizar empréstimos, ao calcular as tabelas de pagamentos. Enfim uma profunda compreensão do valor do dinheiro no tempo determina as taxas internas de retorno e retornos com vencimento em que o tempo é fundamental.

O dinheiro no tempo vai muito além da necessidade do ser humanos da

sobrevivência, a cada dia o desperdício do tempo é uma perda de dinheiro. Ações se desvalorizam ou se valorizam em no mercado tão rapidamente que acompanhar o frenético ritmos de Bolsas de Valores requer muita atenção no tempo em conjunto com o mercado.

O valor do dinheiro no tempo é de suma importância pois é ele que rege a vida de

todos nós, o tempo gasto em vão vale prejuízos imensuráveis. Ambos devem estar equilibrados e andando em um mesmos compasso, ambos sem excessos para que um projeto demonstre a real situação da empresa no seu tempo certo.

As análise financeiras sempre com o encerramento em no final do ano relata

todas as demonstrações de resultados daquele período e é através destas análises que poderemos constatar a utilização do dinheiro no tempo e se seus resultados foram favoráveis ou desfavoráveis.

Tempo e dinheiro andam sempre interligados no processo de uma empresa,

saber adaptá-los e tirar um bom proveito deste conjunto é tarefa do um bom administrador do tempo.

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2.5 REPROJETANDO A EMPRESA PARA GANHAR TEMPO O ponto básico de uma empresa tradicional baseada no tempo é que a mesma satisfaz a expectativa do cliente conforme a sua necessidade, logo produzindo seus produtos em um processo operacional aos seus moldes e de acordo com a sua política adotada de atender sempre as necessidades dos clientes. Empresas eficientes diferem em sua capacidade de "agradar" clientes em sua potencialidade de forma a se estruturar em torno disto. Em contradição não existe uma empresa que agrade 100% a todos os clientes, visto que, a cada dia eles estão mais exigentes e novos produtos surgem a cada minuto. Devido a uma centena de sugestões e com inúmeros projetos ramificados a cada produto novo entre projetos, desenhos, protótipos, resultado de testes, peças originais, peças sobressalentes, aperfeiçoamento do produto, enfim, uma série de necessidades advindas com o desenvolvimento tecnológico e a demanda. Foram constatados que apesar de atenderem o público alvo estava surgindo um enorme desperdício de tempo e com pessoal cada vez mais aumentando no processo de produção. Foi estabelecido em que práticas de engenharia deveriam ser estudadas e analisadas no tempo dispendido em cada etapa do produto. O pessoal envolvido na produção direta e indiretamente foram examinados e analisados de forma a repensar os métodos de produção de forma a facilitar cada etapa. Com o resultados obtido, propostas passaram a levar menos tempo. Os prazos de planejamento e projeção caíram pela metade. Projetar e construir sistemas de entrega para aquilo que o cliente realmente quer, uma variedade de produtos e serviços a serem fornecidos a curto prazo era o ponto fundamental para essa reestruturação de forma a transformar um empresa baseada no tempo além de ser flexível e rápida ao mesmo tempo, não esquecendo de sua estruturação, onde a informação criada e partilhada no seu desempenho é avaliado. O trabalho torna-se estruturado de forma que as pessoas envolvidas nos métodos de produção fazem parte de um sistema integrado sempre voltado ao cliente. O trabalho de produção deve fluir e todo ele utilizado deve ser em tempo real. Aquele que não é crucial em tempo real é retirado da linha de produção e terceirizado para que a entrega não seja retardada. As políticas, procedimentos, práticas e as pessoas que interfiram para expedir o produto porta afora devem ser sempre visualizados (identificados com pontos-chave) e contratadas rapidamente. As atividades de apoio à medida que a produção vai crescendo, devem se adaptar na mesma intensidade. Este crescimento deverá ser visto com muita cautela de forma que as informações sempre fiquem atualizadas com o desenvolvimento, sempre intensificando a conscientização de onde e por quê o tempo é gasto na função.

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Sequenciar a rotina administrativa da matéria-prima ao produto final e a entrega aos consumidores deve manter um fluxo sempre contínuo, um sequencial e um conjunto de todas as atividades de apoio integradas, fazendo com que a administração do tempo seja eficaz. As companhias baseada no tempo voltaram-se aos pontos básicos, quando decidiram que a melhor maneira de acompanhar o seu curso e seu empenho deveria ser cronometrado. O tempo é amplamente utilizado para mensurar o desempenho dos processos nas empresas, utilizando termos como prazo e tempo de resposta do consumidor . As empresas baseadas no tempo dão um passo adiante, utilizam a mensuração do tempo como ferramenta para estabelecer metas básicas de operação ao seu redor. Sabem utilizar o tempo para ajudá-las a conceber como a empresa deveria funcionar, isto é, possuem uma visão de diagnosticar e conceber um parâmetro de desempenho de seus concorrentes. MEDIDAS DE DESEMPENHO BASEADAS NO TEMPO DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO TOMADA DE DECISÃO

TEMPO DECORRIDO DA CONCEPÇÃO ATÉ O MERCADO

TEMPO DO CICLO DA DECISÃO

COEFICIENTE DE LANÇAMENTO DE NOVOS PRODUTOS

TEMPO PERDIDO À ESPERA DE DECISÃO

PROCESSAMENTO E PRODUÇÃO SERVIÇO AO CLIENTE

VALOR ADICIONADO COM O % DO TEMPO TOTAL TRANSCORRIDO

TEMPO DE RESPOSTA

DISPONIBILIDADE E RENDIMENTO PRAZO COTADO

RENOVAÇÃO DE ESTOQUE % DE ENTREGA DE TEMPO

TEMPO DE CICLO (SEGUNDO A MAIOR ETAPA DA SEQUENCIA PREINCIPAL

TEMPO DECORRIDO ENTRE O RECONHECIMENTO PELO CLIENTE DE

SUA NECESSIDADE.

Esta tabela resume os indicadores da compreensão do tempo, as medições gerais tomadas de forma a fazer chegar ao mercado novos produtos de forma a avaliar o desempenho da empresa e comparando-a ao concorrente.

Torna-se uma empresa baseada no tempo requer um esforço sustentado

e enfocado onde executivos não deverão apenas estar direcionado ao custo do produto

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e a qualidade, mas estar empenhado em cálculos de milésimos de segundos que poderão reduzir o dispêndio de uma etapa de produção e em programações de máquinas com medições precisas.

Fazer um mapeamento da real necessidade de produtos e como elas estão

sendo expostos ao consumidor final, possuir uma visão em tempo imediato do que é necessário, saber sincronizar pessoal com produtos e prazos e principalmente saber tomar a decisão a tempo é primordial.

CAPÍTULO III - SABER ADMINISTRAR VAI MUITO ALÉM DO RELÓGIO.

Administrar o tempo e saber dele tirar um bom proveito, não apenas para a empresa mas na vida do ser humano é um dom em que muitos gostariam, mas pouco desfrutam. Saber dominar o tempo de forma equilibrada em termos de lucratividade conjugados com equilíbrio de trabalhadores, clientes e fornecedores em uma constância é almejados por todos, apenas uma minoria consegue esta façanha.

Um dos passos principais de otimização do tempo é ter uma visão total da empresa. Saber dominá-la em todos os aspectos e nuances sem jamais deixar que ela a domine, tomando as suas possíveis horas vagas em excessivas horas de trabalho em vão.

Idealizar as mil e uma maravilhas onde as coisas funcionem de forma positiva, dinâmicas e que as finalizações sejam perfeitas, mesmo com os contra -tempos e imprevisto não existe. Saber finalizar, tomar decisão coerente é um ponto fundamental para empresa. Existem decisões que são catastróficas, tomadas de imediato. A empresa precisa se conscientizar que ela anda em conjunto e que todos devem tomar decisões afins. Divergências de opiniões são normais, fazem parte e são construtivas, mas chegar a um concenso é primordial para a sobrevivência dessa empresa no mercado. Chegar a tempo e no momento exato.

O tempo é primordial para tomadas e resoluções das decisões e saber administrá-lo de forma que a empresa se torne ágil, captar tudo de quase todos e saber digerir pela praticidade é um utopia de todo administrador. Possuir a visão da empresa nos próximos anos é administra-la para que ela chegue no futuro redonda e atinja todos os objetivos traçados e o desejos não só é almejado pelos administradores e sim por todos os acionistas, funcionários, fornecedores, etc.. de um modo geral.

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3.1 PROGRAME-SE SEM PRESSA

Mais do que controlar as horas, os minutos e os segundos do dia otimizar o tempo exige prioridade claras do rumo em que se deseja dar a empresa se torne perfeita e sem contra-tempos . Possuir resultados constantes com dias menos desgastantes, com compromissos respeitados, com tarefas realizadas no prazo programado é possível. Relógios, palms computadores são ferramentas que auxiliam a atingir esse objetivo.

Saber dominar o tempo de forma equilibrada em termos de lucratividade

conjugados com equilíbrio de trabalhadores, clientes e fornecedores em uma constância é almejados por todos mas, apenas a minoria consegue esta façanha.

Administrar o tempo não e uma missão impossível, basta saber priorizar, jamais

esquecendo em que família existe, momentos sociais acontecem, lazer faz parte e filhos sempre estarão presentes. Saber avaliar e ter a consciência que tudo está dominando a sua vida de forma com que não consegue fazer nada; o tempo está curto; mal consegue dormir oito horas noites completas de sono, significa que o estado está crônico e mudanças urgentes deverão ser tomadas.

Definir prioridade é o primeiro passo para o começo de uma mudança. Segundo

Paulo Kretly administrar o tempo é fazer com que pessoas busquem o mais importante na vida, isto é, saber definir o foco do que é importante e sem prendê-lo de vista jamais.

Stephen Covey criou uma matriz de administração do tempo onde distribuía uma série de atividades de acordo com as quatro maneiras em que empregamos o nosso tempo:

URGENTE NÃO-URGENTE CRISES PRE VENÇÃO REUNIÕES CRIATIVIDADE PROBLEMAS URGENTES E INADIÁVEIS

RECREAÇÃO

PROJETOS COM HORA MARCADA

APRENDIZADO

PLANEJAMENTO DESENVOLVIMENTOS DOS

RELACIONAMENTOS IDENTIFICAÇÃO DE NOVAS

OPORTUNIDADES

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URGENTE NÃO-URGENTE

INTERRUPÇÕES DETALHES TELEFONEMAS PEQUENAS TAREFAS RELATÓRIOS CORRESPÔDÊNCIA SEM

IMPORTÂNCIA CORRESPONDÊNCIAS ATIVIDADES AGRADÁVEIS ATIVIDADES POPULARES PERDA DE TEMPO ASSUNTOS ESTRESSANTES

Enfim, definir prioridades não é algo simples, basta ter um auto conhecimento para a partir deste ponto lidar com tudo que a vida lhe propõe. Saber traçar um estratégia depois de ter consciência de seu estado "crônico" é fundamental para que algo aconteça ou modifique. Seguir a risca ponto a ponto a estratégia traçada é fundamental e torna-se uma obrigação para a administração do tempo ser tornar enquadrada e prospera. O EXCESSO DE INFORMAÇÃO O GRANDE VILÃO. Com o advento da informatização estar clicado, estar atento em todos os acontecimentos em todos os momentos passou a ser de uma necessidade do ser humano e do meio em que ele vive. Alguns anos atrás as notícias chegavam a passo de tartaruga e insto quando chegavam. Os fatos aconteciam, o homem ia a lua e muitos duvidavam de que isto realmente acontecesse. A credibilidade da notícia surgia mas muito vagarosamente e quando chegava quase sempre distorcida do real acontecido, logo a margem de erros, boatos quase sempre eram prováveis de acontecer. Atualmente com o desenvolvimento dos meios de comunicação, somos bombardeados com milhões de informações vindos de email; fax; internet, informações que que deveremos processá-las. A internet causou um grande impacto nas pessoas e principalmente nas empresas. Através das trocas de informações empresas se solidificara e ficam muito mais próximas, mas em oposição também tornaram-se frágeis capazes de quebrá-las muito rapidamente no mercado. O ser humano esta bombardeado de informações e tornou a vida do homem muito dinâmica e estressante para o profissional. Saber identificar este impacto e compreender estas mudanças não é difícil basta identificá-las e priorizar tudo e todos ao seu redor.

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Administrar o tempo ultrapassa fronteiras do seu dia-a-dia, na verdade engloba

to a vida, isto é, diferenciar o lado profissional, o pessoal e o lado social criando condições para uma maior produtividade com qualidade é o ideal. Aprender a organizar melhor as tarefas diárias e identificar o desperdício do tempo sem um perfeccionismo, mas com um planejamento objetivo, sabendo delegar tarefas, evitar o imprevisto, reduzir o excesso de burocracia e reuniões são atores principais para a perfeita administração do tempo.

Saber livrar dos maus hábitos e saber dizer não é necessário para as metas serem cumpridas. Estar a tempo e a tudo ligado ´s preciso, mas saber economizar horas e primordial. A mudança de hábito s deverá ser gradual e de modo a evitar bruscas mudanças e risco. A ânsia em obter resultados sempre positivos poderá gerar uma grande decepção e quebra total da empresa. Uma medida tomada precipitadamente poderá fazer um enorme estrago, em contradição medidas deverão ser tomadas de imediato ou grandes negócios serão perdido.

Enfim para a o profissional é muito sacrificante e exaustivo se formos pensar no

tempo, mas é um mal necessário para a sobrevivência. A principal meta para que tudo ocorra em seu tempo certo e não deixar que o foco de seu objetivo não seja perdido é saber priorizar e simplificar toda a rotina. Não é algo impossível mas que necessita saber adequar a rotina e livrar-se dos maus hábitos.

3.2 EVITE O DESPERDÍCIO Ter a sensação de que sempre falta tempo para a realização de uma tarefa no dia-a-dia e que às 24 horas do dia são insuficientes é a sensação generalizada para o trabalhador dos tempos atuais. A falta de tempo têm sido um fator de insatisfação pessoal do ser humano. Não poder se dedicar plenamente em uma tarefa causa frustração e total incapacidade. O ser humano é sempre cobrado pelo tempo. Tempo de acordar, tempo de dormir, tempo para chegar ao trabalho, de sair, tempo do almoço, sempre preocupados com horários, prazos uma série de ítens que se formos pensar nos tornamos escravos do tempo. Cada ser humano possui o seu ritmo próprio e saber adaptar a sua rotina ao tempo faz parte de cada um. A rotina estressante em que o tempo nos submete deve ser analisada sempre a cada dia e reformulada para que exigências do nosso tempo seja resolvidas à tempo.

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Dez maneiras de se evitar o desperdício do tempo.

1 - Tempo de viver: Ter a noção firme na mente de que o que passa não é o tempo, mas sim a própria vida, que tem vários fatores que promovem um desperdício automático de tempo. As horas e os minutos devem ter o devido valor, mesmo quando se resolve ficar descansando ou dedicando ao lazer.

2 - Quem não organiza, agoniza: Manter os papéis por alguma ordem que lhe pareça mais adequada, mais familiar ou mais agradável, por ordem alfabética, por ordem de assunto, não importa, ponha em ordem, que faça com que não se perca tempo procurando alguma coisa em todos os lugares, o tempo de procura pode ser infinitamente superior ao tempo em se planejar e organizar. 3 - Pessoal não qualificado: Supervisionar, coordenar, ou mesmo contratar algum serviço, certifique-se da capacitação profissional de quem o realizará. Se forem seus subordinados treine-os bem, se contratar verifique serviços anteriores. Não perca tempo com profissionais não qualificados e serviços que precisarão ser refeitos, ou ainda com o desgaste de um serviço em desacordo com o solicitado. Lembrete: Saiba pedir adequadamente o serviço. 4 - Indecisão: A falta de decisão e objetivos é, sem dúvida, um dos maiores ladrões de tempo. Não duvide de si mesmo. Se já planejou as etapas de seu plano de ação, vá e o realize. 5 - Procrastinação: Não deixe para depois o que pode fazer agora. Uma das melhores formas de não se realizar uma atividade é entregá-la a alguém que pode procrastiná-la, quem terá dificuldades em realizá-la, ou quem não tem capacidade para terminá-la. 6 - Burocracia: Excesso de controles, de papéis e informações só complicam. Principalmente quando os controles, papéis e informações não são destinados a funções específicas do planejamento. Questione sempre a si mesmo quando estiver preenchendo alguma coisa para a qual não saiba a destinação. 7 - Decisão apressada ou atrasada: A tomada de decisão tem que ser na hora certa. Nem precipitadamente, nem intempestivamente. Qual é a hora certa? Lembre-se dos compromissos assumidos, dos objetivos e daqueles que dependem de sua decisão. 8 - Funções mal definidas: Quando não se define bem as atribuições de trabalhadores de projetos e atividades, quando não se dá as devidas responsabilidades e autoridades a cada indivíduo, decorrem um série de problemas. Quando funções e atribuições são claramente descritas auxiliam no desenvolvimento das atividades. 9 - Delegação: Tarefas rotineiras e programáveis, atividades para as quais não é especialista, devem ser feitas pelas pessoas mais indicadas, não hesite em atribuir atividades a outras pessoas.

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10 - Disciplina: Resista às tentações. Utilize da auto-disciplina para melhor utilizar seu tempo, nas diversas formas de trabalho e lazer, não se formam bons hábitos sem uma boa disciplina, e consequentemente perde-se muito tempo.

3.1 QUALIDADE DE VIDA

Proporcionar a qualidade de vida está sendo uma exigência imposta pela atual conjuntura econômica. São fatores vitais para o sucesso de qualquer empresa voltada a defender o espaço do cliente e o bem estar dos funcionários.

A todo o momento surgem novos desafio e armadilhas no mercado e que as

empresas devem estar suficientemente preparadas e, principalmente seus funcionários atuantes pois o risco de desmoronar projetos empresariais de anos de planejamento são suscetíveis de ocorrer.

A enorme agitação provocadas pela necessidade cada vez maior de estarem

continuamente alertas as constantes variações, e nos forçarem a agir sempre com rapidez e precisão; as imposições crescente criada pela globalização; fusões e aquisições e tudo mais que envolvem o mercado causam um estado permanente de estresse nos dias de hoje.

O stress é uma reação do organismo com componentes psicológicos, físicos,

mentais e hormonais que ocorre quando surge a necessidade de uma adaptação a um grande evento ou situação de importância. Stress negativo é o excesso. Quando a pessoa ultrapassa seus limites e esgota sua capacidade de adaptação e a energia mental fica reduzida causando a improdutividade e a incapacidade do profissional. A qualidade de vida sofre danos e se não for tratada faz com que o indivíduo se intimide e fuja das decisões.

Empresas a cada dia mais incentivam a prática de esportes, lazer, relaxamento,

repouso ou até mesmo um breve cochilo no ambiente de trabalho, pois esta foi a saída encontrada por algumas empresas para neutralizar o stress do dia-a-dia. Além de reduzir os efeitos dos problemas pessoais, minimizar dentro da empresa os problemas foi uma forma adotada na jornada diária. Com o objetivo de repor as energias, tempo gasto, garantindo assim um nível de relacionamento, de motivação, satisfação pessoal, profissional e auto estima de todo o grupo.

Os resultados positivos obtidos pela melhoria da qualidade de vida nas empresas

no mundo moderno é entendido por um número reduzido de empresa no mercado. A grande maioria não consegue enxergar os enorme benefícios que poderão ser gerados pela adoção de tais práticas. Muitos alegam perda de tempo mas tendem a ser opostos, pois quanto melhores estiverem maior será o rendimento deste profissional.

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Os obstáculos se interpondo entre a necessidade de fazer alguma coisa e a realidade da organização nos tempos atuais são muitos. Treinamentos, palestras, eventos, viagens, negociações com fornecedores e clientes, pendências, intermináveis reuniões de planejamento e estratégias, entre outras atribulações do dia não deixam qualquer espaço de práticas não convencionais no local de trabalho, mas tudo isto não poderá ser cumprido com maior eficiência e com o grupo equilibrado, se não houver o motivo para fazê-lo, se não for adotado com uma perfeita administração do tempo pelos seus líderes.

A necessidade de um pouco mais de arrocho e determinação por parte dos

líderes de forma a encarar a realidade atual do mercado, encontrar um ponto de equilíbrio entre o querer e o poder, e partir para um planejamento que viabilize a eliminação de desperdícios de tempo visando a economia de outro tanto nas atividades que podem ser simplificadas, algumas até suprimidas. Assim poderão disponibilizar tempo suficiente para a implementação de novas atividades voltadas para o desenvolvimento e sucesso empresarial.

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CONCLUSÃO Ao olhar todos os dias para o relógio e ter a certeza de que o prazo estipulado par a entrega do trabalho não será suficiente, alguma coisa não está certo. A não administração do tempo faz com que o dia renda menos do que deveria e esteja comprometendo a qualidade de vida. Claro que é ilusão que acreditar que em uma sociedade complexa como a nossa, sempre teremos tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos. Mas estabelecer metas, definir prioridades e organizar o ambiente de trabalho, entre outros aspectos, pode ajudar e muito a tornar as 24 horas do dia mais produtivas.

Administrar o tempo e´ preciso identificar como e porque ele é desperdiçado. As causas podem ser muitas: perfeccionismo, dificuldade de dizer não, falta de planejamento e objetivo, dificuldades de delegar. Prender-se em detalhes irrelevantes, centralizando tarefas e demora de tomadas de decisões só atrasam o bom andamento da empresa. A administração por crise em que a empresa vive apagando incêndios deverão ser acabados e administrados para que não aconteçam, visto que isto é uma forma de má administração do tempo. Definir um cronograma de atividades com antecedência, é fundamental para o bom andamento dos trabalhos. Organizar os compromissos de forma a torná -los práticos e eficientes fazem parte. Tornar o dia-a-dia mais organizado não requer apenas força de vontade, não existe uma receita própria cada empresa e seus funcionários deverão ter um auto conhecimento, estudar a problemática e tentar resolvê-la da melhor maneira possível, com tolerância, disciplina e determinação. Administrar o tempo é obedecer prioridades, estabelecer o que é mais urgente para a organização e para vida pessoal. Não deixar de contar com os imprevisto, ter um excelente qualidade de vida. Administrar o tempo não é algo impossível mas necessário para todos aqueles em que querem ter uma vida equilibrada.

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BIBLIOGRAFIA LIVROS: - Aquino, R., Jacques, F., Denize F., Oscar,L. "História das Sociedades" RJ, Ed. Ao Livro Técnico, 1978. - Domenico De Masi. "Ócio Criativo" RJ, Ed. Sextante, 2000. - Arruda,J. J.. "História Moderna e Contemporânea" RJ, Ed. Ática, 1942. - Stalk,George., Hout,Thomas "Competindo contra o Tempo" RJ, Ed. Campus, 1993. - Oliveira,J. "Consolidação das Leis do Trabalho", Ed. Saraiva,1992.

- Askenas, Ronald N. e Schaffer, Robert H. O Executivo pode evitar o desperdício de tempo.

- Chinelato Filho, João. As 7 Ferramentas do Administrador, Brasília, CRA-DF, 1993.

- Drucker, Peter F. - O Gerente Eficaz, Rio de Janeiro, Zahar, 1983.

- Linkemer, Bobbi. Reuniões que Funcionam - tradução de Carmen Mortara - São Paulo, Nobel, 1991.

- Rowan, Roy. Gerente por Intuição, Rio de Janeiro, Record, 1986.

- Lawrence, J. Gitman., Princípio de Administração Financeira, Ed. Harbra,1987. REVISTAS: - Margot Cardoso,VENCER,nº 39,Dezembro/2002. - Gary Stix, SCIENTIFIC AMERICAN, nº 5, Outubro/2002. - Mauro Silveira,VOCÊ, nº 45, Março/2002.

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JORNAL: - Dizendo a coisa certa na hora certa, O Globo, Caderno Boa Chance, 09/02/03. WEBGRAFIA: - Mário Persona, Administração do tempo na Empresa,www.mariopersona.com.br, 26/06/02. - Branca Maria Sampaio, Administração do tempo e Qualidade de vida,www.webcorner.com.br, 09/07/02.

- Isadora Barros, contratações via Internet,www.acsp.com.br,25/06/02.

- Mario Roberto da Correia, A importância da qualidade de vida, www.portalbrasil.eit.gov, 24/07/02

- Pedro Luis de Albuquerque, Ócio/repouso cada vez mais almejado pelo meio empresarial, www.portabrasil.eit.gov.,21/08/02.

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ANEXOS

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CITAÇÕES

" Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu; Há um tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derrubar e construir; Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar; tempo de chorar e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de afastar; Há tempo de procurar e tempo de perder; tempo de economizar e tempo de desperdiçar; tempo de rasgar e tempo de remendar; tempo de ficar calado e tempo de falar. Há tempo de amar e tempo de odiar, tempo de guerra e tempo de paz."

Eclesiastes 3:1-8

"Você não pode fugir da responsabilidade de amanhã, esquivando-se dela hoje."

Abraham Lincoln

"A gente não perde tempo na vida; o que se perde é a vida, ao peder-se tempo."

(Provérbio Árabe) "É preciso muito tempo para tornar-se jovem."

(Pablo Picasso)

" O tempo é substâncias da qual somos feitos."

(Jorge Luis Borges)

"Quem tem tempo não é aquele que não faz nada, mas aquele que sabe administrá-lo para fazer o que deseja"

(Eduardo O C. Chaves)

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FOLHA DE AVALIAÇÃO

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES

Instituto de Pesquisa Sócio-Pedagógicas

Pós-Graduação "Latu Sensu" em Finanças e Gestão Corporativas

Título da Monografia:

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO UMA QUESTÃO DE PLANEJAMENTO

Data de Entrega: Avaliado por Grau

Rio de Janeiro, de de 2003.

___________________________ Coordenador do curso