TRIBUNA DO VALE - EDI‡ƒO N 2203

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09 DE AGOSTO DE 2012

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    09 DE AGOSTO DE 2012 DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI ANO XVI - N0 2203 - R$ 1,00

    www.tribunadovale.com.br

    270 130

    Quinta-feira

    PG. A3

    Vargas quer mais Centros de Especialidades Odontolgicas

    PARAN

    PG. B1

    Fornecedores querem venda da Casquel ainda este ms

    CAMBAR

    CRISE

    TRNSITO

    BEBIDAS ALCOLICAS GUAPIRAMA

    Queda na produo fora Yazakiremanejar operrios para filial

    Frota de Santo Antnio da Platina cresce quase 50% em cinco anos

    Donos de postos consideram projeto de lei absurdo

    Nagibe continua indeciso e campanha est estagnada

    Antnio de Picolli

    Antnio de Picolli

    Antnio de Picolli

    Antnio de Picolli

    Mais de 200 funcionrios da uni-dade da Yazaki do Brasil de Santo Antnio da Platina foram rema-nejados para a lial da empresa na cidade de Vespasiano, no estado de Minas Gerais. O motivo a di-minuio no volume de produo da indstria. Os operrios devem apoiar a planta recm-instalada at o nal do ano, quando retornam ao Norte Pioneiro. Uma nota di-vulgada pela empresa admite que o volume de produo dos chicotes eltricos baixou bastante nos l-timos meses, porm a expectativa de que o mercado volte a reagir no 1 semestre de 2013. Esperamos que no incio do ano que vem j estaremos produzindo o volume adequado nossa capacidade ins-talada, informa a nota. PG. A4

    Funcionrios esto sendo

    enviados para a filial de

    Minas Gerais

    De toda a regio, Santo Antnio da Platina foi o municpio que mais apresentou aumento na frota de veculos. H cinco anos, a cidade tinha registrado 14.386 veculos. At junho deste ano, o nmero saltou para 20.790, resul-tando em um aumento de 44,51%. Os dados

    so do Departamento de Trnsito do Paran (Detran-PR), que engloba nesse universo car-ros de passeio, caminhes, motos e outros tipos de automotores. Se continuar nesse ritmo, em trs meses a cidade deve alcanar a mdia de um veculo para dois habitantes. PG. A8

    Em pouco tempo, Santo Antnio ter um carro para cada dois habitantes

    Projeto de Lei que tramita na Assembleia Legislativa no Paran probe a venda de bebidas alcolicas em pos-tos de combustveis. O projeto foi aprovado em primeira votao, mas seis emendas foram includas nele, o que obrigou os parlamentares a adiar a prxima votao. Mesmo assim, a medida j est causando uma sarai-vada de protestos dos donos de postos de combustvel, que adiantam que a venda desses produtos resultam em 60% do faturamento dos estabelecimentos. Em Santo Antnio da Platina, a palavra comum usada pelos pro-prietrios para definir a medida absurdo. PG. A6

    Bandeiras, faixas, candidatos abordando eleitores no centro e na periferia da cidade. Nada disso acontece em Guapirama por dois motivos: o Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que limita a propaganda visual e sonora e a indeciso do can-didato da situao, Einazibe Ursolino de Lima, o Nagibe (DEM), que ameaa desistir da campanha por falta de recursos nanceiros. PG. A3

    Cidade parece no viver clima eleitoral

  • Impresso e Fotolito:Editora Jornal Tribuna do Vale

    Fone/Fax : 43 3534 . 4114

    Editora Jornal Tribuna do Vale LTDACNPJ 01.037.108/0001-11

    Matriz: Rua Tiradentes 425, CentroSanto Antnio da Platina, PRFone/Fax: 43 3534 . 4114

    Circulao: Abati | Andir | Arapoti | Bandeirantes | Barra do Jacar |Cambar | Carlpolis | Conselheiro Mairink |

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    |Santo Antnio da Platina | So Jos da Boa Vista | Sengs | Siqueira Campos |Tomazina | Wenceslau Brz

    * Os artigos assinados no representam necessariamente a opinio do

    jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.

    O Dirio da nossa regio - Fundado em agosto de 1995

    TRIBUNA DO VALEA-2 Opinio

    E D I TO R I A L E E D I TO R I A L

    Os estudiosos que tanto tm lutado pela chamada humaniza-o da pena, deveriam mobilizar suas foras para conseguir a

    e cincia estatal

    Editorial pesar da reduo, grande a expectati va de que seja ultrapassa-da a marca de medalhas conquistadas na capital chinesa: 15, ao todo. Nosso incenti vo rapaziada.Jos de Paiva Netto

    C HARGE chargeonline.com.brHORRIO DE FECHAMENTO

    SANTO ANTNIO DA PLATINA

    22:10

    NESTA EDIO TEM

    PREVISO PARA HOJE

    22 PGINASCADERNO PRINCIPAL A 01 - 08- OPINIO A 02- POLTICA A 03- GERAL A 04- CIDADES A 05- COTIDIANO A 06- ESPORTES A 07- AGRONEGCIO A 08

    2 CADERNO B 01 - 08- AGRONEGCIO B 01 - ATAS & EDITAIS B 02 - 07- SOCIAL B 08

    3 CADERNO C 01 - 06- ATAS & EDITAIS C 01 - 06

    TRIBUNA DO VALE Representao:MERCONET Representao de Veculos de Comunicao LTDARua Dep. Atlio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR

    Fone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633Diretor Responsvel

    Benedito Francisquini - MTB 262/PRtribunadovale@tribunadovale.com.br

    tribunadovale@uol.com.br

    Vendas AssinaturaAnual R$ 200,00

    Semestral R$ 100,00

    Filiado a Associaodos Jornais Diriodo Interior do Paran

    A RTIGO

    270 13 0

    A RTIGO

    A RTIGO

    Jos de Paiva Netto

    Ayrton Baptista *

    Pedro Washington

    Distores do sistema prisional

    Resvales jurdicos

    Londres e o exerccio da Paz

    Terceiro mandato

    Quinta-feira, 09 de agosto de 2012

    O acusado j teve dez passagens pela Fundao Casa, no retornou peni-tenciria aps a saidinha ou tem vrias condenaes, mas encontra-se em liberdade. Essas informaes tornaram-se banais no noticirio so-bre seqestros-relmpago e outros crimes, constituindo um verdadeiro libelo contra as ms condies de enca-minhamento dos detidos e execuo das penas. Indiv-duos da mais alta periculo-sidade e de ao continuada permanecem nas ruas e, quando inclusos no sistema carcerrio, acabam obtendo benefcios que s deveriam ser concedidos aos reconhe-cidamente recuperados e em final de pena, cuja fuga lhes representasse um prejuzo, nunca benefcio.

    O Estado e a Sociedade tm o dever de instituir um sistema e ciente para o en-

    caminhamento e, principal-mente, a recuperao dos seus cidados que se desviaram para o crime e a delinquncia. sua obrigao cobr-los em relao aos agravos cometidos e, ao mesmo tempo, conduzi-los para a recuperao atravs de estudo e pro ssionaliza-o, amparo psicolgico e sua incluso no mercado de trabalho. O sistema preci-sa ser capaz de devolver ao indivduo a crena de que o crime no compensa e de que sua vida em sociedade s poder ser normal se aceitar submeter-se ao imprio das leis, como devem fazer todos os cidados.

    Pouco ou nada adiantar o Estado manter suas foras policiais combatendo o crime e prendendo cada dia mais, se os presos, em vez de encami-nhados para o justo acerto de contas com as regras da so-ciedade, continuarem sendo

    devolvidos prematuramente ao convvio social porque o sistema no tem condies de absorv-los e ressocializ-los. Toda vez que um crime ocorre, praticado por algum que deveria estar recolhido ao sistema penitencirio ou de ressocializao de meno-res, o Estado, sem qualquer dvida, coautor.

    Os estudiosos que tanto tm lutado pela chamada hu-manizao da pena, deveriam mobilizar suas foras para conseguir a e cincia estatal. Em vez de atuar no varejo pela libertao e impunidade de criminosos, o grande cami-nho pressionar os governos a colocar em prtica os muitos conceitos e mtodos de recu-perao j existentes, e fazer com que os estabelecimentos penais sejam, efetivamente, casas recuperadoras e resso-cializadoras.

    Garantir que no haja

    superlotao e que o poder paralelo deixe de dar ordens no sistema e de, na omisso estatal, fazer favores ou pro-teger apenados para depois, como pagamento, obrig-los a cometer crimes ao ganha-rem a liberdade.

    Os altos nveis de crimina-lidade preocupam e exigem a mais rpida e e ciente solu-o. Temos de aceitar que o problema no se resolver s com represso policial e nem com o sonho libertrio que se tem praticado nas ltimas dcadas. preciso muito mais do que prender. O siste-ma precisa ser e ciente para oferecer ao apenado as reais alternativas de capacitao e oportunidade de volta so-ciedade sem ter de novamente cair no mundo do crime. A gerao que conseguir isso, ter seu nome marcado com destaque nas pginas da his-tria.

    Londres, a milenria capital da Inglaterra e do Reino Unido, sedia, desde 27 de julho, sua terceira Olimpada. Estamos na 30 edio da era moderna desta que uma das mais fascinantes competies esportivas. excelente oportunidade para o melhor dos exerccios: o da Paz entre as naes.

    Dois fatos assinalaram a histria dos Jogos na ptria de Isaac Newton (1643-1727). Em 1908, no m da prova da maratona a primeira a ser disputada com a distncia de42.195 metros, o italia-no Dorando Pietri (1885-1942), que se encontrava na liderana, ao adentrar o Estdio White City, visivelmente esgotado, s conseguiu ultrapassar a linha de chegada com a ajuda de dois o ciais. Esse ato de solidariedade o desclassi cou, cando a medalha de ouro com o americano Johnny Haves (1886-1965). Entretanto, no dia seguinte, o esforo de Pietri e o gesto dos o ciais foram reconhecidos pela Rainha Alexandra (1884-1925). Um trofu foi concedido ao corredor italiano. E, em1948, aholandesa Fanny Blankers-Koen (1918-2004) entrou para o hall dos supercampees ao conquistar quatro das cinco medalhas de ouro para se