Trabalho Ciclo Vital - Observação

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1 1 – INTRODUÇÃO O presente trabalho é sobre a observação de crianças da média de 6 a 12 anos por 20 minutos, mais concretamente sobre como as crianças nessa faixa etária se comportam em diversos ambientes. O objetivo deste trabalho é aprender sobre o desenvolvimento físico, cognitivo, social, moral e entre outros. Está organizado em X partes / capítulos, Na parte 1 sobre as observações de cada integrante do grupo, no capitulo 2... optamos por abordar. (EM ABERTO) metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica para especificar alguns momentos importantes da observação.

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Trabalho de observação de Crianças de 06 a 12 anos

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1 INTRODUO

O presente trabalho sobre a observao de crianas da mdia de 6 a 12 anos por 20 minutos, mais concretamente sobre como as crianas nessa faixa etria se comportam em diversos ambientes.O objetivo deste trabalho aprender sobre o desenvolvimento fsico, cognitivo, social, moral e entre outros.Est organizado em X partes / captulos, Na parte 1 sobre as observaes de cada integrante do grupo, no capitulo 2... optamos por abordar. (EM ABERTO) metodologia utilizada foi a pesquisa bibliogrfica para especificar alguns momentos importantes da observao.

2 CARACTERSTICAS FISCAS

Dentro da observao nas crianas de 06 e 08 anos, pode-se observar que o sexo masculino desenvolveu maior estatura fsica do que o sexo feminino, na coordenao motora possuram maior habilidade conseguindo segurar dois objetos e utiliza-los. Dentro dessa faixa etria muitas vezes ocorre a troca da dentio de leite, j as crianas observadas se apresentaram com a dentio completa.Na observao das crianas de 11 e 12 anos, no aspecto da estatura h uma inverso o sexo feminino passou a ser mais alta que o sexo masculino. Em questo da coordenao motora no teve grandes avanos comparando a faixa etria anterior. Baseando-se nas observaes tambm no notamos a troca da dentio.

Esses padres de crescimento estabelecidos nos anos finais de pr-escola continuam ocorrendo o acrscimo de 5 a 7cm na altura e de cerca de 2,5Kg no peso de cada ano. A maior parte das habilidades motoras mais importantes j est desenvolvida em sua forma bsica, por volta dos 6 ou 7 anos, de modo que o encontramos entre os 6 e os 12 anos um aumento na velocidade, uma coordenao cada vez melhor e maiores habilidades em tarefas fsicas especficas (Helen Bee, Ciclo Vital, p. 265)

3 - CARACTERSTICAS COGNITIVAS

No aspecto cognitivo baseando-se nas observaes, as crianas tinhas habilidade de senso crtico, grande curiosidade sobre o mundo ao seu redor. Mostraram uma tentativa de maturidade antes do tempo e atitudes independentes.As crianas apresentava tambm a facilidade de memorizao das situaes e em que estavam no utilizando a repetio para aprender e ainda para concluir algum tipo de objetivo elas utilizavam corretamente as etapas, um exemplo foi quando a Criana B foi at o Mc Donalds para comprar um lanche ela corretamente esperou na fila, efetuou o pedido e logo aps aguardou para pegar o lanche.

A maioria dos tericos conclui pela no-existncia de mudanas relacionadas com a idade, quanto capacidade do hardware, embora ocorram aperfeioamentos na velocidade e eficincia. (Helen Bee, Ciclo Vital, p. 287)

Quando a autora do livro utiliza o termo que utilizado em computadores o Hardware uma metfora para fisiologia do crebro, os nervos e o tecido conetivo.

4 DESENVOLVIMENTO MORAL

Analisando o senso moral das crianas observadas a Criana A apresentou um comportamento de falta de respeito hierrquico familiar ao desrespeitar vrias vezes o seu pai, problemas em obedecer regras diferentemente pode-se observar na Criana B apresentava obedincia e respeito a me e tinha uma boa concepo de certo e errado nas atitudes em sua volta.A criana C mostrou que sua concepo de certo ou errado de acordo com a famlia dele que partir do momento em que trapaceou em um dos jogos e a famlia no o repreendeu logo ele deduziu que sua atitude estava correta, a criana D no respeitava a hierarquia escolar respondendo muitas vezes a sua professora e menospreza os demais colegas pela falta de conhecimento sobre a atividade fsica porque ela havia mais tempo no determinado curso.

Seja qual for a direo da causalidade, o elemento central que as relaes das crianas com os outros tanto refletem quanto modelam a compreenso que elas tm de si mesmas e das relaes. (Helen Bee, Ciclo Vital, p. 2293)

5 CARACTERSTICAS DA LINGUAGEM

Utilizando sempre como base as observaes das crianas foi possvel analisar que estas crianas no possuam nenhum distrbio na linguagem que costuma aparecer nas idades de 1 a 5 anos. E sempre utilizaram a linguagem de maneira informal e vulgar ainda sem nenhum conhecimento sobre o padro culto.

medida que o indivduo constri estruturas operatrias, conceitos e relaes espontneas, toma conscincia das mesmas e designa-as por meio de palavras, ou seja, o pensamento torna-se verbalizado e os contatos sociais so facilitados. (Anlia Rodrigues de Faria, O desenvolvimento da criana e do adolescente segundo Piaget, p.50)

6 CARACTERSTICAS DA PERSONALIDADE

Nota-se que a criana A apresenta uma facilidade de mudana rpida de personalidade em momentos est sendo agressiva e em poucos segundos j muda totalmente o comportamento e tambm possivelmente possu um grau de inferioridade quando brinca com as demais crianas. Criana B uma criana calma, serena e muito afetiva.A criana C possu uma personalidade introvertida, tmida e independente. Criana D apresenta agressividade, vaidade, criatividade e gostava de sentir-se superior sob as demais crianas.

Uma criana com 6 anos de idade poderia se descrever como esperta ou taciturna; uma criana com 10 anos de idade mais provavelmente faria uma descrio comparativa, tal como mais esperta do que a maioria dos outros ou no to bom no beisebol como meus amigos (Ruble, 1987). Ao mesmo tempo, o conceito de self da criana tambm passa a focalizar, cada vez menos, as caractersticas externas, voltando-se mais para as qualidades internas, mais estveis. (Helen Bee, Ciclo Vital, p. 290)

7 DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Na observao da Criana A possvel ver que ela possu uma grande dificuldade de se relacionar tanto com as crianas de sua mesma faixa etria quanto aos seus pais, a Criana B no interagiu muito com as pessoas em volta somente com a sua me com muito respeito e obedincia.Enquanto s crianas mais velhas como a Criana C o comportamento obteve uma boa sociabilizao com os membros da famlia mesmo sendo tmido mas sempre respondia s perguntas dos familiares e sempre buscava ateno pelo motivo que sua irm mais nova recebia todas as atenes e ele sentia falta de ser o centro das atenes.A Criana D socializava-se muito bem. Mais como ela tinha um ar de superioridade no tratava com igualdade as pessoas no mesmo local que ela se encontrava, ironizava, debochava e desrespeitava qualquer um. Talvez esses aspectos mencionados seja por falta de ateno e a nica maneira de ter a ateno das pessoas seria desse modo.

Na terceira infncia, o conceito de self torna-se mais abstrato, mais comparativo e mais generalizado. Mudanas semelhantes ocorrem nas descries que as crianas fazem das outras pessoas e na sua compreenso das relaes, como as amizades. Essas so cada vez mais entendidas como relaes recprocas, em que generosidade e confiana constituem elementos importantes. (PORTAL EDUCAO http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/26699/desenvolvimento-social-e-da-personalidade-das-criancas-de-6-a-12-anos#ixzz2y4WrZTE1)

8 CONCLUSO

Neste trabalho observamos quatro crianas e conclumos que o objeto de estudo que o ser humano em seu processo de maturao, a experincia com objetos, a vivncia social e, sobretudo, o equilbrio do comportamento do indivduo com o meio, passando assim a organizar seus prprios valores morais.Cumprimos todos os objetivos que nos tinham proposto de acordo com o nosso conhecimento atual sobre a psicologia e o ciclo vital de nossa recm iniciada vida universitria.Este trabalho foi muito importante para o nosso conhecimento e aprofundamento deste tema, uma vez que permitiu o grupo a observao em vrios ambientes diferentes crianas para discutirmos os nossos pr-conceitos sobre o desenvolvimento das mesmas alm de nos permitir desenvolver competncias de investigao, seleo, organizao e comunicao.

8 BIBLIOGRAFIA

Bee, Helen Livro: Ciclo Vital / Edio: 1997 Porto Alegre RS Brasil. Faria, Anlia Livro: O Desenvolvimento da Criana e do Adolescente Segundo Piaget / Edio: 2001 So Paulo SP Brasil.PORTAL EDUCAO http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/26699/desenvolvimento-social-e-da-personalidade-das-criancas-de-6-a-12-anos#ixzz2y4WrZTE1